A boa comunicação não é só o que nós falamos, mas também o que os outros entendem. O problema é que, não raras vezes, sou propenso a más interpretações daquilo que digo. Na minha vida existe uma tendência para as pessoas me entenderem erradamente quando eu quero dizer a coisa certa, nomeadamente as pessoas do sexo oposto. Ou então sou eu que não consigo passar para a folha branca do Word aquilo que está tão claro na minha cabeça.
Por exemplo, a Catarina acha que de vez em quando eu banalizo a mulher. Não tenho e nunca tive a intenção de banalizar as mulheres. Eu mesmo fui gerado por uma mulher. Tenho excelentes relações com todas as mulheres que me rodeiam e uma filha que adoro. Reconheço que algumas se possam sentir banalizadas com o que, por vezes, escrevo. Peço desculpa por isso e prometo passar a ter mais cuidado. Vocês, mulheres, são a minha principal fonte de inspiração, como posso magoar aquelas que considero o ser mais perfeito do Universo?
Sabendo que homens e mulheres falam línguas diferentes, sugiro, a bem das relações interpessoais, que a empresa que cria aquelas coisas fantásticas e extraordinárias sem as quais nenhum de nós sobrevive e que habitualmente se vendem nas televendas a partir da 3 da manhã em qualquer canal TV, que invente urgentemente um tradutor Júpiter-Vénus para ver se o feedback diminui e as coisas se descompliquem.
Agradecido.
Sou provocador e complacente. Racional e emocional. Impulsivo e submisso. Consigo querer e não querer a mesma coisa, simultaneamente, com a mesma exuberância. Gosto de tudo, mas há dias em que não me apetece rigorosamente nada. A retórica irrita-me. Os subterfúgios impacientam-me. As meias verdades tornam-se-me insuportáveis. Sou naturalmente ingénuo. E casualmente obsceno. Intolerável, no fundo…
Ela é mãe. Durante nove longos meses carregou aquele rapazola na barriga. Suportou as dores de parto, abdicando da epidural. Amamentou. Deu biberão. Trocou-lhe as fraldas. Ficou seis meses com ele em casa. Pagou o infantário, consultas de pediatria, natação, aulas de música, karaté, Internacional House. E então um dia, com 10 anitos acabadinhos de fazer, ele chega a casa, senta-se no sofá e pede à mãe para terem uma conversa. “Não quero mais ir ao karaté no Sporting, mamãe. Eu sou do Benfica!”.
Ela, que descascava uma pera, consegue desviar a faca da ponta do dedo, mesmo no último momento. Olha incredulamente para o filho. Mas ele repete. “Sou benfiquista, mãe. Do glorioso, lampião, vermelhinho, como o tio!”. Os últimos 10 anos da sua vida passam-lhe diante dos olhos, como um filme. Anos e anos de afecto, e é assim que ele agradece. Desesperada, a minha irmã, tenta uma última saída: “Mas filho, de certeza que não preferes ser outra coisa? Larápio, por exemplo, está muito na moda. Assaltas uns multibancos, umas ourivesarias, ou podes até assaltar uns bancos. Se quiseres emoções mais fortes, que tal carjacking? Ou então…” Ele interrompe-a. “Vá lá, mamãe, inscreve-me no karaté do Benfica. Ahh, e já agora podias reforçar-me a mesada, para comprar o equipamento oficial do glorioso”.
E, naquele momento, enquanto a minha irmã, retoma o descascamento da pera, uma palavra apenas lhe ocupa a mente: ingrato.
Perdão, mas já sabem que, quando estou verdadeiramente agastado, gosto de chamar as coisas pelo nome, sem asteriscos nem reticências ou coisas do género.
Ora vamos lá ver. Excelentíssimos peões: nunca, mas mesmo nunca, penetrem na puta da passadeira, sem terem a plena certeza de que o automobilista vos viu. Sim, eu sei que é uma passadeira, mas o facto é que os automobilistas não são máquinas, são pessoas, e as pessoas não são perfeitas e cometem erros, como, por exemplo, estarem desatentas. Não devia acontecer com quem está a conduzir? Pergunta o efeminado leitor enquanto rapa os pêlos das sobrancelhas. Obviamente que não, mas ninguém consegue estar totalmente concentrado a cem por cento do tempo e a merda acontece. Essa é que é essa.
A prioridade é dos peões, a legislação está do vosso lado? Claro que é verdade. Mas, quando morrerem atropelados e vos puserem uma pedra mármore e uma jarra de flores em cima, ou ficarem com graves lesões, quiçá para o resto da vida, isso vai servir-vos de muito! Estabelecer contacto visual com o automobilista antes de encetar a travessia da passadeira é a regra principal a respeitar por qualquer peão. Entenderam?! Agradecido.
O cancro é aquela doença que toda a gente receia. Trememos só de ouvir o nome. Não há ninguém que não tenha um familiar, um amigo, conhecido ou vizinho, que não tenha sido vítima de carcinoma. À minha volta não existem muitos casos, mas ontem recebi a terrível notícia que foi diagnosticado cancro ao meu melhor amigo e colega das artes marciais. Um karateca possante, com uma vida saudável.
O cancro é a merda de uma doença que ataca tudo e todos. Geralmente quando surgem os primeiros sintomas é tarde demais. Espero que desta vez não seja o caso, embora os últimos exames mostrem que o cabrão do bicho se alojou numa zona sensível e já existam metástases. Uma triste notícia num dia que devia ser de celebração com sorrisos e não com lágrimas.
Estamos aqui por nossa conta e risco. O que levamos da vida é o que amamos, o que vivemos, o que sorrimos, o que fazemos sorrir e a felicidade que proporcionamos. Não há qualquer critério nem justiça quando falamos de cancro. A vida é injusta. Como dizia Charles Chaplin, a coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Resta-nos ser fortes e lutar. Sempre!
Descobri este vídeo por acaso e dele retiro algumas conclusões:
1 - Finalmente percebemos que quando elas nos pedem flores, na verdade o que estão a desejar é que colhamos apenas uma. A delas.
2 - Constato neste vídeo que elas são capazes dos piores fingimentos orgásticos. É impressionante como elas nos tentam enganar...e o mais grave é que muitas das vezes conseguem.
3 - Meus amigos, quando elas falam em romantismo e espontaneidade... é tudo conversa. Os melhores são os que indagam e estudam a maneira de as satisfazer melhor. Eu, pela minha parte, há muito que revi os meus conhecimentos da anátomo-fisiológica da mulher, mas continuo sem conseguir torcer a língua em forma de U.
Vejam! Vejam estas malucas e retirem as vossas próprias conclusões...
Lynce:
Apetece-nos algo…venha à nossa festa que vamos organizar no próximo fim-de-semana. Perdoe-nos por o termos obrigado a ser o nosso escravo para todo o serviço durante estes 4 meses de estágio na empresa em que o tivemos como coordenador, e obrigado por ter satisfeito todos os nossos fetiches.
Para ver que não éramos assim tão más para si, leia o envelope que lhe deixámos junto à caixa das “camisinhas”, na terceira gaveta da sua secretária. Fomos mesmo muito felizes quando o sodomizávamos. Finalmente, podemos confirmar que Coimbra tem mais encanto na hora da despedida e já estamos a sentir saudades de abusar de si.
Beijos daquelas que receberam tanto e ofereceram tão pouco.
A Joana desafiou-me para dizer 7 coisas sobre mim. Ou antes, a BB, desafiou a Joana que por sua vez me desafiou a dizer 7 coisas sobre mim. Depois veio a Princesa lembrar-me de não me esquecer que tinha de responder ao desafio.

O desafio que consiste no seguinte:
1. Dizer 7 coisas sobre ti (dos quais 3 são mentira);
2. Desafiar outros blogueiros a descobrir quais as 3 coisas que são falsos;
3. Fazer um post a denunciar as tuas mentirinhas uns dias depois;
4. Passar o desafio, bem como o selo, a 5 blogueiros.
Eis as 7 coisas sobre mim dos quais 3 são mentira:
1 - Eu, qual Pedro Álvares Cabral da berlaitada, já dei uma volta ao mundo.
2 - A minha cor favorita é o vermelho
3 - Acordo diariamente às 6h30m
4 - Sou míope. Uso óculos desde os 10 anos.
5 - Tenho por hábito tomar dois duches diários, ao deitar e ao acordar.
6 - Sou perfeccionista
7 - Se saio de casa sem me perfumar, passo o resto do dia mal disposto.
E os felizes contemplados são todos aqueles que estejam na disposição de responder a este desafio. Declaro abertas as hostilidades.
Com a tradicional Serenata Monumental no Largo da Sé Velha, começou ontem, oficialmente a semana da Queima das Fitas em Coimbra. Em todas as suas ruas, becos e vielas, eram visíveis inúmeras capas negras. Cerca das 22h00, na Praça da República, o movimento era indescritível.
Coimbra, que se banha no Mondego… Mas é na Universidade, fundada em 1290, onde reside o maior dos segredos. Entre os estudos e paixões, nostalgias e dilemas, capas negras de ilusões. Tempos livres, poemas e boémia. Coimbra é imagem que nunca morre. Entre fados e baladas, a linda cabra, como é conhecida a torre da Universidade, com as míticas badaladas. E a balada da despedida, simboliza invariavelmente um fim. É um sinal da partida. Lágrimas que deslizam pelas faces. A nostalgia de quem se despede de Coimbra. Saudades? Muitas…
Sentes que um tempo acabou
Primavera de flor adormecida,
Qualquer coisa que não volta que voou,
Que foi um rio, um ar, na tua vida.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Sabes que o desenho do adeus
É fogo que nos queima devagar,
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Letra/Música: António Vicente // João Paulo Sousa / Rui Pedro Lucas
Há dias, em amena cavaqueira com uma psicóloga, ela dizia-me que os filhos devem tratar os pais por "você", porque vinca a distância e incute poder e respeito. Tratar por "tu" deve-se usar unicamente só entre amigos e a relação pais-filhos não entra nessa categoria, dizia-me ela.
Não concordo com este princípio. Entendo que tratar os pais por “tu” não é sinónimo de falta de respeito. Eu, por exemplo, as únicas pessoas que trato invariavelmente por você, são os meus amigos. Existe uma pitada de saudável ironia nas nossas conversas: com que então a menina estava no NB às 5 da manhã e não dizia nada, humm? Você saiu-me uma boa galdéria, então diz que tem muito trabalho e tal, e aparece-me toda descascada a essa hora da manhã a “abanar o capacete?” Você qualquer dia vai é apresentar programas para a RTP Memória, compreende? E nós compreendemos. É uma prática tão viciante que não conseguimos tratar-nos de outra forma. De facto, não há nada como tu.
IKEA lançou ontem uma campanha com descontos de 50%. Depois do fenómeno que atraiu milhares de pessoas às lojas Pingo Doce no 1º de Maio, a IKEA lançou ontem uma campanha de descontos directos de 50%. Esta campanha é justificada pela necessidade de escoar stock e vai decorrer até dia 13 de Maio. Muito trabalho, portanto, para a Autoridade da Concorrência e para a ASAE.
Inteligentíssima operação de Marketing do Jerónimo Martins. Na aberturas dos telejornais, rivalizou com os donos do 1º de Maio e vai manter-se quente ao longo desta semana. Se a ASAE continuar assim, descobrem o caminho para o cartel do crude que a Autoridade da Concorrência nunca controlou.
Não gosto dessa coisa de dar nas vistas, se assim não fosse já teria tido dado uma berlaitada numa qualquer tia do Jet7 e lá estava eu em tudo o que era capa de revista. Sou pois forçado a interromper a fase poética, para dar uma chibatada a um rabinossáuro, a quem tenho dispensado a minha amizade e que agora retribuiu expondo-me na empresa.
Pois esse abichanado rapaz, que de discreto não tem nada, obrigou-me a recorrer ao dicionário online para o poder adjetivar corretamente. Ora segundo a publicação - Linguarudo: falador; inconveniente; indiscreto; intrigante; maldizente; quem fala muito; chocalheiro; que ou quem não guarda segredos.
Aqui tens a resposta, meu efeminado amigo. Em vez de andares a meter a língua em assuntos que não te dizem respeito, devias meter esse objecto sujo na racha das tuas amigas que à noite se passeiam de mini-saia pelas avenidas da baixa e cuja profissão é livre de impostos.
Continua a projectar essa viagem a Roma, mais as outras três bichonas tontas. Cá para mim essa paneleirice do Route 66 Maps é coisa de quem leva nos entre-folhos. Route soa mesmo a roto. 66 deve ser algum código gay e maps é o local para onde vocês vão apanhar no rabiosque.
Há dias perguntavam-me: Preferes gordinhas mas simpáticas ou belas e altaneiras? Sem dúvida… prefiro gordinhas e simpáticas! A constatação que tenho feito é de que, regra geral, as mulheres mais bonitas são mais altaneiras. A antipatia e sobrançaria são características que abomino nas pessoas. E se ela tiver um pouco de celulite e quilitos a mais? O seu sentido de humor e simplicidade compensa. Sem dúvida prefiro pessoas simpáticas, bem-humoradas, com alguma dose de saudável ironia, despretensiosas e que falem comigo desinteressadamente. Depois, a comunidade científica, já descobriu o tratamento para os tais quilitos a mais e até para a celulite, mas para a futilidade e altanaria é que ainda não há remédio.
Não me peçam para entender as mulheres, é uma tentativa improfícua. Tenho o condão de as fazer aproximar e afastar, é uma espécie de amor/ódio. Como posso conhecê-las? Gosto de ser seduzido e conquistado. Serei exigente, serão elas? Da curta e simples análise, concluo: discreto, calmo, frio, desprendido, indisponibilidade constante, entre outras pequenas virtudes que fazem de mim um ser irresistível. Mas pior, muito pior, deixo-me levar. Devia ter nascido cão, mantinha o carácter mas rangia os dentes.
Para quem não sabe, a nossa querida e simpática Joana faz hoje 65 aninhos. Como somos boas pessoas, sensíveis às suas mais intrínsecas necessidades, fizemos uma vaquinha e vamos oferecer-lhe um libertador de tensões e tesões. Para terem uma ideia, aqui fica a réplica. O original será entregue na jantarada que se realizará ali prós lados da Mealhada, onde a aniversariante em conjunto com umas bailarinas já contratadas, fará uma sessão de strip-tease. Parabéns, Joana!

O depósito de combustível do meu automóvel está a crescer a olhos vistos: há algum tempo atrás (e não tanto quanto isso), ficava cheio com 70 euros, mas agora já não se contenta com menos de 90. Ora, da última vez que o examinei, a minha viatura era um objecto inanimado… sou só eu que acho isto estranho?
Quando este post entrar andarei pela América do Sul a espalhar a Arte de Bem Agasalhar em fêmea sequiosa de um belo, incomensurável e trabalhador nabo lusitano.
Em Cancun farei uma pós-graduação em Massagens Clítorianas. Em Acapulco um doutoramento em Informática na Óptica do Fodilhão. Em Puerto Vallarta vou aprimorar a Arte do Minete Contemporâneo, na Cidade do México descansarei e já no regresso, vou parar dois dias nos Estados Unidos para satisfazer o mulherio dos malucos soldados americanos que andam espalhados pelo Médio Oriente fartos de levar nos cornos.
Ora onde é que eu ia? Exactamente! Ia a dizer que não imaginam a fome de cacete que o mulherio norte-americano passa. A última vez que visitei a terra do Tio Sam, fiquei agradavelmente surpreendido, nunca pensei que dominassem tão profissionalmente a técnica do bem abocanhar e, como se não bastasse, ainda choram por levar com ele, inteirinho, todo até ao fundo e sem espinhas. Posso garantir-vos, pela sagrada arte fodenga, que nós portugueses, no que concerne ao enterrar o nabo, estamos muito à frente.
Em breve voltarei para dissertar sobre a furacona sexual, uma enfermeira sumptuosa que recentemente conheci, que me faz despoletar ejaculações violentas.
Ela - Olá Lynce, bom tarde!
Eu - Boa tarde, Teresa.
Ela - Estou a ligar só para saber se o meu marido está bem.
Eu - Sim, está bem, apesar do mau feitio. Era suposto estar mal?
Ela - Ainda não, mas daqui a pouco sim.
Eu - Não estou a perceber nada.
Ela - Eu digo! Mas prometes guardar segredo?
Eu - Claro que sim!
Ela - Hoje pus uma purga no almoço do gajo. Ele não vai ter oportunidade de trabalhar nada, vai ter de passar o tempo todo a correr para a casa de banho. Se eu pudesse, matava-o!
Eu - Matá-lo? Não conhecia essa tua faceta violenta...
Ela - Matá-lo não. Mas vou pôr-lhe uns cornos do tamanho da Torre Eiffel.
Eu - O que é que se passou?
Ela - A amante dele telefonou-me a dizer que já pariu e que o filho foi feito na minha casa enquanto eu estive fora. E até me disse que lençois é que eu tinha na cama. De maneiras que ele está fodido, antes de ficar sem a casa, carro e dinheiro, vai levar com um par de cornos.
Eu - Coitado do gajo, ainda nem há um ano o corneaste... Isto é de mais para um homem só.
Ela - Não brinques, que o assunto é sério, sim?! Preciso urgentemente de me encontrar contigo...
Eu - (em pensamento) Foda-se?!
Durante muitos anos a skóbia foi considerada um pecado capital, no entanto confesso que uma boa pivia é algo que me satisfaz, preferencialmente quando é feita por mulherio que percebe da poda. Esgalhar o pessegueiro é um momento de rara beleza. Dá-nos um campo de escolha enorme, podemos fechar os olhos e imaginar uma beldade a entocar o sardão. É fácil, barato e evita doenças, como é sabido, a SIDA faz mal e as doenças venéreas corroem o madeiro. No entanto tenho para mim que a grande vantagem da skóbia, é que no fim não temos que dizer à mão que a amamos... basta lavar a mãozinha, puxar um cigarro e ficar a pensar na próxima.
A skóbia é uma arte! E como tal, deve ser bem desenvolvida, daí o aparecimento desta máquina de masturbação massiva, destinada aos punheteiros mais incorrigiveis, cujos calos nas mãos, não lhes permitem um bom desempenho durante o acto masturbatório. Esgalhar o pessegueiro faz bem há saúde. Portanto, meus amigos, mãos à obra...que é como que diz, mãos na cobra.
Há dias, estava eu, calmamente, em casa a escrever mais um post sobre a nobre arte fodenga, quando, subitamente, fui interrompido por um toque de campainha. Achei estranho, uma vez que andar a agasalhar o sardão em tocas comprometidas prejudica seriamente a minha vida. Quando olhei através do vídeo porteiro, vi duas mulheres que desconhecia, na rua a olhar para a minha casa, enquanto os cães, no jardim, ladravam freneticamente.
Fiquei algum tempo ao telefone a falar com uma delas que tinha a voz intensamente sensual, “dá - toma lá”, que me deixou confiante de a levar para o não menos clássico “enfia lá – lambe cá”. É que aquela voz melódica encantou-me aqui o cobrão. Este começou logo a serpentear-se na direcção do vídeo porteiro, como que a querer forçar a passagem para o outro lado da rua.
Desconfiado de que seriam certamente agentes do SIS, corri para o escritório, peguei fogo aos meus documentos e destruí à marretada o disco rígido do meu PC. Prendi os cães. Abri, o portão de entrada, ainda com as mãos a tremer e gotas de suor a escorrer-me pela testa e disse: Sim, podem entrar. O que pretendem? E elas "Viemos salvá-lo!" nesse momento, suspirei de alívio, mas ainda desconfiado, perguntei: Foram seguidas? A isto, eles olharam-me com uma expressão estranha e mostraram-me um livro. Eram Testemunhas de Jeová.
Quando este post entrar estarei a viajar. De resto adoro viajar. Não há coisa melhor que pegar numa mala, camisas, calças e partir rumo a outro país. É das melhores coisas que um homem pode fazer na sua vida. Abrir horizontes, aprender coisas novas, ver diferentes realidades, ouvir outras músicas, enfim levar um banho de simpatia com a vantagem de conhecer outras vidas e outras culturas.
Aprende-se imenso com estas pessoas, basta que tenhamos a mente aberta e comecemos a falar. No entanto, mesmo numa viagem de trabalho, a saudade é cruel. Cada dia sem a família e amigos é quase um castigo. Uma pena que tenho de arcar por não os ter trazido comigo. Um castigo demasiado pesado que só é suportado por ser curto.
Todos os posts foram agendados e vão entrar de forma automática, mas ainda sem ter partido, já sinto saudades vossas, dos vossos comentários e prometo, quando regressar, responder a todos, mas tenho de vos dizer que adoro o México. Aliás, adoro toda a América do Sul. Dentro de duas semanas estarei de volta.
Como o leitor mais experimentado nas lides da fodenguice deve saber, cricas há que nos brindam com os mais variados odores. Algumas não libertam qualquer fragância, o que é bom; outras apresentam um odor sofrível mas suportável e ainda outras que cheiram mal porque as suas donas são umas badalhocas que não investem, nem tempo nem dinheiro no adorno dos seus pipis.
Esta é uma temática que, na minha perspectiva, importa tratar com alguma solenidade. Se os governantes do nosso país falassem menos da crise, que é matéria que não me interessa na medida em que não é perceptível e, por consequência, não é fodível, e discutissem amiudadamente os problemas da gruta, a nação andaria muito mais feliz.
Este desabafo vem na sequência de um minete que há tempos encetei e de uma conversa de café que travei ontem com alguns amigos que, não obstante o facto de serem abichanados, são meus amigos. Onde se lê “abichanados”, poderia ler-se: pessoas feias, que por serem menos bonitas, enterram o marsápio claramente menos vezes que eu. A César o que é de César, bichanos.
Dizia-lhes eu: Andam por aí umas cricas que cheiram mesmo mal. É indecente. E eles: "Pois, o cabelo do Pablito Aimar, está muito mais sedoso, já viste?" Retorqui: Oh João sai debaixo da mesa, que o Chico já está a revirar os olhos.
No que concerne à minetada, que foi epicamente executado, dizer que se o paneleiro do Sorensen lá tivesse estado, a enfiar a língua, ter-se-ia deparado com um odor cuja acidez o obrigaria a refazer a escala do pH: uma miscelânea de aroma a bacalhoada com suor, que, ainda assim, não me impediu de fazer convulsionar a baronesa à moda antiga.
"Oh Lynce e mesmo assim, lambeste-lhe a crica?", pergunta o efeminado leitor que a única coisa que fode, é o dinheiro em revistas pornográficas. Claro que lambi, mas só numa perspectiva de investimento para que a gaja, finda a contenda na greta, me abocanhasse o nabo.
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